1 day ago (edited) • Luma Maria

A denúncia de que Andrei Rodrigues teria viajado com despesas custeadas pelo banco Máster é um escândalo que afronta diretamente os princípios da moralidade e da legalidade na administração pública.
Não se trata de um fato menor é um episódio gravíssimo que levanta suspeitas claras de conflito de interesses e possível favorecimento indevido. Um ocupante de cargo tão sensível não pode, em hipótese alguma, manter relações que coloquem em dúvida sua independência e sua conduta.
Diante disso, não há espaço para relativizações ou desculpas: é obrigatória a imediata abertura de processo administrativo disciplinar, com rigor máximo na apuração. Da mesma forma, é inegociável o afastamento imediato do cargo, sob pena de manchar ainda mais a credibilidade da instituição.
A sociedade brasileira não aceita privilégios, conchavos ou qualquer tipo de promiscuidade entre autoridades públicas e interesses privados. Quem ocupa função de tamanha responsabilidade deve satisfação ao povo  e não a instituições financeiras.
O silêncio diante de um caso como este é cumplicidade. A omissão é inaceitável. O Brasil exige resposta, transparência e punição exemplar, caso as irregularidades sejam confirmadas.